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Cotidiano

Jornalista questiona formação superior de Mailza Cameli, segundo ele, a documentação é suspeita

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O jornalista Leonildo Rosas traz a público questionamentos sobre a a formação acadêmica apresentada por Mailza Cameli, apontando divergências e inconsistências nas informações sobre a sua trajetória escolar. A apuração ressalta que a declaração oficial da gestora em disputas eleitorais anteriores registrava apenas o ensino médio completo, o que gera dúvida sobre quando e como teria ocorrido a sua graduação em nível superior.

Entre os fatos investigados, destaca-se a ausência de registros oficiais de ingresso e conclusão de curso presencial em instituições de ensino superior do Estado do Acre, como a Universidade Federal do Acre (UFAC). A reportagem põe em dúvida a alegação de titulação em Pedagogia, destacando a falta de comprovação da frequência às aulas e da aprovação nos processos seletivos regulares exigidos para a formação acadêmica no estado.

Outro ponto levantado diz respeito à apresentação de um certificado supostamente emitido por um instituto localizado no estado de Goiás, obtido em período coincidente com o exercício do seu mandato parlamentar. O jornalista questiona a viabilidade técnica e a logística da realização do curso, além da falta de carimbos institucionais de praxe e de registro oficial do diploma nos órgãos de fiscalização educacional competentes.

Diante das fragilidades apontadas na documentação, a matéria enfatiza que a ocupação de cargos de relevante interesse público exige transparência e rigor na prestação de contas com a sociedade. O texto conclui que cabe aos órgãos de fiscalização checar a veracidade das informações, ressaltando a necessidade de esclarecimentos formais sobre o histórico escolar para assegurar a credibilidade e a lisura na administração pública.

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