Promotora de Justiça expede recomendação sobre gasto de pessoal

O ditado popular diz que a corda só quebra para o lado do mais fraco. Isso é um fato comum em nosso dia-a-dia, e se depender do cenário do Quinari se torna claro e evidente com algumas situações.

A Câmara aprovou décimo terceiro para prefeito, vice-prefeito e vereadores. Posteriormente através de projeto de iniciativa do executivo municipal aumentou o salário dos conselheiros tutelares e promoveu correção salarial e de jornada de trabalho dos servidores da administração.

Agora o Ministério Público, através da Promotora Eliane Misae recomendou que o Prefeito não proceda ao ato de sancionar as leis, algumas delas, inclusive já estando em vigor, pois o ato já havia ocorrido.

A promotora usa a lei de responsabilidade fiscal como fundamento. Sindicalistas afirmam que a mesma poderia também fiscalizar o grande número de cargos de confiança, aprovados no início de 2017.

A situação é preocupante para o Prefeito e os servidores, tendo em vista que a cada ano o salário mínimo tem reajuste, e como Senador Guiomard, cidade amazônica, sem grandes empresas depende dos repasses federais acaba entrando em lapso nas suas contas públicas. O debate apenas superficial leva em conta alguns fatores, enquanto esquece dos demais.