O tempo e a condenação de Lula

Não considero oportuno comemorar a condenação do ex-presidente Lula. Embora o momento seja de perturbação política de ambos os lados observo que os dias devem ser de reflexão, de maturidade pela sociedade como um todo e principalmente aqueles que se colocam como agente público, por pequena que seja a função.

Não louvo a condenação por entender que as instituições e aqueles que são remunerados para tal, devem com zelo e independente de qualquer circunstância, com capacidade técnica e ética desenvolver a mesma.

Agora o Brasil (nós) precisamos amadurecer, e valorizar os momentos democráticos que viveremos e em hipótese alguma retrocedermos. Como primeira tarefa penso que devemos fazer um esforço para compreendermos como funciona a democracia, as instituições, a importância do nosso voto (momento que somos juízes) e incentivar cada vez mais a juventude a acreditar e lutar por dias melhores.

Finalizo lembrando que no mundo devemos pregar sempre “não seja mais um”, “não seja mais uma” e em todas circunstâncias termos o “olhar de como contribuir para dias melhores”.

E tem música!

Gilberto Moura

Jornalista